domingo, 14 de março de 2010

Loucura: a sua ou a minha verdade?

A loucura, seria a loucura fruto de nossas cabeças ou apenas a visão da realiadade??
Mas quanto a realidade, vemos a realidade que existe ou a que queremos enxergar??
Se pararmos para pensar, analisar e refletir, quem realmente é louco?
Será que o “paciente” de um hospício é louco por viver em seu mundo, imaginando e vendo coisas distintas das que os demais não vêm?
Ou seriam os outros os loucos por verem e sentirem coisas que este “paciente” não é capaz de perceber?
Considero determinada situação aos casos de daltonismo…aqueles que possuem a perturbação da percepção visual caracterizada pela incapacidade de diferenciar todas ou algumas cores, manifestando-se muitas vezes pela dificuldade em distinguir o verde do vermelho são deficientes por realmente sofrerem de referido disturbio? Ou são considerados como excepcionais pois são minorias?
Seriam os daltônicos os sadios e as demais pessoas os “doentes”?
Porque a maioria enxerga e aduz que a grama e o mato são verdes de fato, enquanto para os daltônicos são de outras cores? E todos afirmam e dizem que realmente são verdes, mas e se os daltônicos forem os que enxergam desta maneira, as gramas verdes, quando na verdade são de outras cores?

Qual é a verdade dos fatos? A que enxergamos? Sentimos? Acreditamos? Ou a da maioria?

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Saudades... ... ... Saudades!

Como senti-la?

Vivemos uma grande experiência, um fato que nos marca... por menor que seja, e assim, o relembraremos mais tarde.
Ficando guardado em nossas mentes, lá no fundo... ou vindo a tona a cada segundo, fazendo a gente parar e pensar, VALEU A PENA?

Pessoas, família, animais, infância, cheiros, gostos, cores, formar, prédios, flores, paisagens, mares, estrelas, fotos, amigos, cursos, graduação, festas, encontros, desencontros...


Quantas vezes não mudamos o rumo de nossas vidas, deixando pra atrás quem nos queria bem...
Ou mesmo o fato do tempo passar e o mundo continuar a girar, pessoas envelhecendo, flores murchando e o tempo escurecendo...

Olhamos as crianças brincando na praça e relembramos do tempo em que ali estávamos a aproveitar as tarde do horário de verão,
vemos aquele casal recem apaixonado onde trocam simples olhares que na verdade são complexos de tanta informação, passando a relembrar talvez um primeiro grande amor,
Jovens curtindo o ingresso à faculdade, comemorando a nova etapa que se inicia, e assim nos remetemos ao começo daquela joranda que perdurou por alguns anos, compondo grandes acontecimentos e aprendizagem,
a família toda reunida na ceia, mesmo que seja daquela novela típica brasileira, com aquela mesa farta e todos os sorrisos estampados nas faces, e paramos e nos fechamos, lembrando dos entes queridos que já se foram ou daquele parente que não pode estar presente no último natal,

Através da saudades sentimentos o doce gosto das alegrias e sensações que tivemos naquele tempo, mas também o grande vazio de não ter mais...

A saudades nos ensina a fazer da próxima oportunidade algo melhor, para que assim possamos sentir mais saudades, vivendo intensamente.

Se sentimos saudades é porque foi especial e nos marcou!
Só se tem saudades que já aproveitou e amou, nem que seja por um segundo...

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Conseguir amar, você é capaz?

Farei alguns comentários que passam pela minha cabeça em decorrência de alguns fatos que já presenciei, e hoje contarei um caso deste que me refiro…
Estava hoje no final da tarde correndo na avenida de minha cidade, esta avenida está em obras pois possui um rio e a prefeitura resolveu fazer alguns retornos extras para os carros, desta forma estão criando pequenas pontes de uma via a outra da avenida.
Nestes pequenos trechos em obras estão presentes material para a obra, barro e pedras; mas hoje tinha um “enfeite” a mais… tal “enfeite” era uma cadelinha muito magra que dava para ver até seus ossos, mancando com a pata esquerda traseira, possuindo dificuldade para se locomover.
Fiquei assustado e comovido quando eu vi a cena pois a cachorrinha estava tentando atravessar e assim conseguir chegar à calçada.
Por se tratar de uma avenida é nítido que o fluxo de carros e naquela hora era bem alto, mas haviam pausas decorrentes dos semaforos onde assim seria o tempo para a cadelinha realizar a passagem de lado da avenida.
Neste momento que não vinham carros, eu a chamei, porém demonstrou desconfiança e acredito que como já deve ter sofrido maus tratos decorrentes de humanos, ela exitava e voltava até a obra.
Neste momento, enquanto chama a cachorrinha um homem com sua filha e um cachorro de raça, faziam a sua caminhada, seu cachorro era de porte grande e de guarda, sem fucinheira e nada de proteção.
Tal homem falou para mim: - Não, deixa ela lá, se não irá criar confusão para mim por causa do meu cachorro!
Eu simplismente olhei em seus olhos e responde: - Desculpa, mas se a cachorrinha continuar lá, será atropelada… (dando a entender que não me importava com a situação dele pois se ele não aguenta o cachorro de guarda e grande, então que não saia para passear e ainda mais sem fucinheira…)
Ele se deu com os ombros e continuou a caminhada…
Passei neste momento, mais uma vez, a refletir o quanto o ser humano é egoísta e mesquinho.
Porque a possibilidade de gerar um certo transtorno a este homem quanto ao perigo de seu cachorro em puxar a coleira e ir em direção à cadela abandonada é SUPERIOR à vida daquela cachorra acanhada e faminta que estava sofrendo???
Como o “bem” da vida de uma cachorra já idosa que deve ter dado grandes alegrias à sua família antiga, sim, aquela que a abandonou deixando-a sem lar, amor, comida e paz, é inferior ao problema de segurar com mais força uma coleira de um cão de guarda???
Continuei minha caminhada com a situação na cabeça, determinado que alguma coisa eu faria, pelo menos o que estivesse ao meu alcance, no mínimo.
Pensando relembrei de alguns outros fatos relacionados à animais, alguns conhecidos e amigos já tiveram cachorros, outros ainda tem, outros não gostam…
Mas lembro-me de um amigo que teve uma cachorra por anos, uns oito mais ou menos, e teve que mudar de casa, ele morava em uma chácara, porém a cachorra era de porte pequeno, do tamanho de um poodle, e quando mudo para a nova casa disse que a cachorra não se acostumou com o local, e desta forma dôo para o vizinho da chácara…
Não consigo compreender como as pessoas conseguem doar seus bichinhos depois de anos, ou por que simplismente apareceram alguns imprevistos ou eles passam a ficar doentes.
Na verdade acho tal fato um absurdo.
Amigo não se compra, por isso que os melhores cachorros são os de rua.
Podemos analisar o fato onde os cães de rua “residem” junto ao seu dono mendigo, mesmo sem lar, e muitas vezes sem refeição, o amor continua a ser existente lá entre os dois, tal fato é prova que o amor é oriundo de bens ou situação financeira, e sim da sua capacidade de amar e ser amado, de se doar de forma integral, sem requerer nada em troca.
É um amor incondicional, um amor supremo, uma coisa sureal… está além da esfera humana… o homem não consegue amar o ser da sua mesma espécie como um cão consegue amar seu dono.
Um amor que preenche o peito, que te faz viver e acreditar que existem seres que possuem coração, mesmo que estes tenha patas…
Existe aquela frase famosa: “quanto mais conheço o homem, mais eu amo os animais.”, nesta eu adiciono meu comentário: … e desta forma, quanto mais conheço os animais, mais eu os amo incondicionalmente…
Na volta de minha caminhada, passei pelo lugar onde a cachorrinha estava, e lá continuou.
Então tentei novamente uma aproximação dela, porém foi infrutífera.
Fui até o supermercado ali na proximidade do local e comprei ração, água em garrafa e uma lata de patê de carne, pois não haviam latinhas de comida pronta para cães.
Pensei em algum recipiente onde pudesse colocar a ração com o patê de carne e um outro para água, então me dirigi à um café que fica na frente do supermercado, conversei com a atendente e pedi dois potinhos de plástico, daqueles que se leva salada de fruta ou sopa para viagem, ela me informou que eles não podiam dar o pote, nesta hora informei que seria para por ração e água pruma cadelinha que estava faminha e abandonada na rua, mesmo assim, ela olhou para mim e disse: - R$ 0,50 cada pote. Neste momento, peguei duas moedas de cinquenta centavos e entreguei para a funcionária.
Até que ponto chega a mesquinharia do ser humano???
Eu sei que negócios são negócios, mas vidas continuam sendo vidas, o caráter continua sendo caráter e o amor… o amor? Não, este não continua sendo amor… não há espaço para ele… ele passou a se chamar egoístmo, capitalismo, individualismo, arrogância… coisas desse tipo, pelo menos para muitas pessoas…
Algumas continuam a entender e viver o amor, e buscar por um mundo melhor.. mas outras, não têm salvação.
Então peguei os potes e voltei à avenida, ao local onde a cachorrinha continuava deitada e encolhida.
Comecei a chegar perto, abaixei mais ou menos a uns dois metros de distância, porém ela levantou e tomou maior espaçamento entre a gente.
Eu a olhei nos olhos, olhos estes que estavam tristes, solitários e com medo…
Comei a chamá-la, com um tom suave de voz, mas ela permaneceu distante e com os rabos entre as pernas, com todo seu corpo magérrimo encolhido e em pé.
Abri a sacola de ração com o auxílio da chave do carro, despositei num dos potes e no outro coloquei a água, no pote de ração eu abri o patê de carne e espalhei com o dedo.
O patê possuia cheiro bom, e sua forma era muito mole, misturei bem com a ração, e tentei uma outra aproximação da cadelinha, porém se resultou novamente infrutífera.
Diante isso, resolvi deixar os potes onde ela estava deitada quando cheguei, olhei nos olhos dela e voltei para a outra calçada, com muita dor no coração, chorando internamente.
Atravessei a rua e reparei que ela foi até o pote e começou a consumir, mas não consegui ver se era a água ou a comida.
Uma garota que estava caminhanado se aproximou de mim e disse: - Você tava dando comida pra ela?
Então respondi que sim e também balancei a cabeça de forma afirmativa.
Após, ela disse: - Legal, heim!
Neste ato, continuei a caminhar mais algusn metros e parei na direção da cadelinha e fiquei observando-a comendo e pensando… Pensando que ainda existem pessoas com coração e que pensam da forma “Legal, heim” mas que também existem muitos que não sentem nada quando vêm aquela cena, ou então que não fazem nada.
Não sou uma pessoa que rezo muito, não tenho esse costume, mas acredito em um Ser supremo, um Ser que sabe o que faz, que observa seu mundo e que é justo.
Mas não entendo o motivo pelo qual àquela cadelinha estava sofrendo e neste momento continua abandonada e sozinha… um ser tão indefeso, belo, amável e puro, não merece tratamento assim.
Parto muito para o lado espírita e sei que cada coisa tem seu valor em nossa vida, seu fundamento, mas às vezes chego a contestar isso, pois a cadelinha não buscou ser abandonada, e isso foi uma intervenção de terceiros, terceiros este que na minha opnião me dão nojo.
Sim, nojo… tenho nojo de viver em mundo desta forma, tão triste, solitário, vazio, sem amor, sem ética nem moral…
Este foi um fato triste em meu dia, mas tenho fé que, um dia, mesmo que não se nessa vida… eu poderei fazer algo para melhorar esta situação.
Gostaria de poder ensinar ao homem como se deve amar com o coração, de forma mais bela e limpa… e assim também poder e conseguir receber um amor tão belo que é o de um cãozinho.
Lágrimas caem dos meus olhos, molham meu rosto, e cortam meu coração… Porque as coisas são assim? Porque tudo não pode ser diferente e melhor?
Gostaria de descer desse mundo, não sei se há vontade em viver e continuar a presenciar fatos desta forma, mas creio que o bom em viver e ter força e atividade é que podemos fazer uma mudança, e mudança começa de nós.
Um pequeno ato se tornará em algo gigantesco, se feito com amor. Esta é a arte de amar.
E um dia, eu farei a diferença, para vários cães nesta situação… eles merecem…

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

TicTac...

E mais um ano termina, e outro que chega, mas qual a finalidade de toda essa festa???
Chegamos ao término de um ciclo de 365 dias, uma volta completa da Terra em volta do Sol, 365 a Terra completou uma volta em seu eixo, assim, passaram-se os dias…
Tivemos tantos dias em tantos anos, muitas coisas aconteceram, muitos sonhos nasceram, algums se realizaram, outros esquecemos…
Fazemos novos pedidos, novos anseios, medos e planos… lágrimas caem quando estouram os fogos no céu, seja este do litoral, do interior ou do centro da metrópole… todos se abraçam e demonstram grande amor dentro de seus corações… mas e o resto dos dias? Qual o motivo de não se festejar a conquista da vitória cotidiana?
Por que não temos anseios que se perpetuem para toda a vida e que fossem criados a partir do mero amanhecer, quando abrimos os olhos?
É estranho e difícil de se entender porque precisamos repensar em tudo o que aconteceu no ano que está para terminar e nas coisas novas que esperamos que se realizem no próximo ciclo anual, justamente nos minutos que antecedem à meia noite do dia trinte e um de dezembro.
Alguns preferem passar a ‘virada’ junto aos amigos, outros em baladas ou bares, muitos com a família, e outros passam sozinhos…
Sozinhos… Sozinhos… Sozinhos…
Todos passam sozinhos… ninguém passa acompanhado… todos passam sozinhos…
Sozinhos? Sim… Sozinhos!
Basta refletirmos quanto ao dia em que nascemos e morremos, estavamos e estarememos sozinhos, pois o momento é nosso.
A multidão de uma cidade, numa balada, num estádio, numa avenida como na Paulista em São Paulo, todos ali presentes estão e continuarão sozinhos… cada um na sua individualidade, no seu interno, nos seus conflitos personalíssimos…
Sempre estaremos sozinhos, pois as pessoas chegam em nossas vidas e assim também partem de uma hora para outra, deixamos pessoas e conhecemos pessoas, viajamos e conquistamos novas terras, guardamos lembranças e emoções, mas sempre estaremos sozinhos.
Não há o que se fazer para não ficar sozinho, por mais que nos conhecemos a sí mesmo, é do jeito que somos e continuaremos a viver.
Em tempo de esperança quanto a renovação podemos abrir para refletir quanto a vida, e para entendermos a vida nada melhor doque percebermos o significado da morte.
A morte é temida por muitos, há o desconhecimento do que nos espera após este fato, será que há vida depois a morte acontece???
Não sabemos ao fato, religiões pregam que sim, outras que não, mas como ter certeza?
Certeza temos em saber que quando for o nosso tempo de partir o mundo continuará exatamente igual no dia seguinte, pode ser que algumas pessoas sintam a nossa falta, uma ou outra, as mais próximas e que conviviam com a gente, mas as ruas, árvores, prédios, parques, cidades, países, mares, céu e tudo o que está presente em nosso planeta Terra continuará exatamente igual.
Deixaremos a nossa inércia vital em coisas que demos início, bem como frutos que tenhamos plantado, porém muitos desses frutos de depreciarão com o tempo e assim sumirão.
Podemos deixar nossas memórias e ensinamentos, mas certas idéias se fogem com o tempo, porém algumas ficarão para muitas outras gerações.
Pessoas morrem, e outras nascem…
O brilho do olhar da família que olha seu mais novo membro humano que está ali presente, de forma tão esperada e contagiante… brilhando como o raio de sol que surge nas manhãs, aquecendo os corações daqueles que aguardavam a sua chegada.
A alegria por alguém que nasce está vinculada em sua expectativa de crescimento e carinho durante a gestação, mas e as lágrimas que caem quando chega a morte, seria por saudades, por medo de ficar sozinho, de amor, de recordação pelos ensinamentos, por tudo isso ou por qual motivo???
Mas e a morte? Ninguém a aguarda, ou a espera, apenas a teme.
Tememos a morte com medo de partir ou de ficar, e ficar sozinhos?
Temos medo da morte ou de sentirmos saudades?
Todos sabemos que um dia partiremos, e que um dia, antes de partirmos, sentiremos falta das pessoas que por nossas vidas passaram e não estão mais conosco.
Podem não estar mais entre a gente pela morte ou pela força do destino, destino este que causamos em nossas escolhas…
Mas porque tomar decisões fundamentadas em escolhas são tão difíceis?
Há o risco de perder o que não conhecemos, onde nos abdicamos de futuros mistérios que não chegaremos a conhecer… desta forma, permanecendo a dúvida do “E SE… e se eu tivesse feito de outra forma, ou de outro jeito, ou ter feito aquilo…”.
A dúvida permanecerá em nossas mentes, talvéz teríamos sido mais felizes, ou não teríamos conseguido, ou… ou… ou… não sabemos e jamais teremos esse conhecimento.
Devemos fazer das nossas escolhas o melhor daquilo que poderíamos ter, desta forma teremos escolhido o melhor.. pois fizemos o melhor do que escolhemos.

É necessário continuar sozinho, adminsitrando o conflito dos nossos seres internos, o do Coração e o da Razão, conciliando a emoção com o lógico.

Em se tratando de estar sozinho, podemos estar sozinho onde for, com pessoas ao nosso lado ou não, mas os nossos pais sempre estarão com a gente, seja em memória do coração ou nos nossos braços. Isso é o amor que jamais nos abandona.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Da boca pra fora ou da mente pra dentro?

Aprendemos desde pequenos a mentir e que tal ato é errado, ou poderíamos considerar como omissão?
As mentiras estão presentes em nossos dias, nas conversas entre amigos ou no trabalho, em situações inéditas ou as corriqueiras de sempre.
Mas qual seria o fundamento para contarmos mentiras???
Até poderiamos considerar que seria a possibilidade de viver o não tido, ou até mesmo a possibilidade de sonhar acordado, mas acredito que algumas vezes serve para impressionar ou chamar a atenção de outrem, porém há também a possibilidade da mentira para não magoarmos pessoas do nosso circulo de convivência.
Podemos dizer as mentiras da boca pra fora, mas temos o consentimento de que elas estão apenas da mente pra dentro, pois os fatos realmente não aconteceram e há apenas a expectativa da idéia, desta forma, acreditamos no que dizemos, porém sabemos que isso apenas é mera ilusão, um grande desejo de futura realidade.
Por que ao invés de mentirmos não buscamos concretizar o esperado?
Talvez pela facilidade em mentir ao invés de buscar e realizar, ou seria pelo prazer em inventar… poderiamos considerar que a mentira poderia ser considerada como parte da pessoa pois vem do seu impeto e alcança a esfera social, muitas vezes repercutindo seus efeitos em diversas formas.
Mentiras acarretam mais mentiras ou apenas alimentam a alma sem história e perspectiva?
Talvez a grande mentira esteja junto às pessoas que somentem tem a possibilidade em sonhar, ou talvez estejam presas ao medo de arriscar… mas arriscar não é o maior desafio, o maior desafio é ser verdadeiro com a gente mesmo.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Correm as janelas do trêm?

Não sou um sujeito que busco definições, apenas analiso os conceitos e tento tirar a melhor aprendizagem…
Em muitas coisas que fiz e faço, foi com o coração… A razão esteve e está presente nas coisas que podemos pensar com mais calma.
Quando crescemos e podemos analisar o mundo, as coisas em nossa volta, as perspectivas e valores mundiais, assim entendemos como algumas coisas funcionam, bem como devemos agir.
Esses rótulos estão presentes em nossas vidas, habitualmente vemos coisas que apenas aparentam ser e de fato estão longe do apresentado.
Idealizamos planos e metas que nem se quer são necessários, porém são estes que nos impulsionam para uma conquista maior; mas que conquista seria essa se não fosse apenas o da auto comprovação?
Há as imagens de ideologias que são passadas em filmes e séries de tv, onde há toda uma referência por trás, que é a mente do autor e diretor, mas nem sempre tudo o que é passado são coisas que realmente acontecem, e neste mundo de fantasias é fácil se vender aos pensamentos de vaidades e desejos.
Buscamos crescer e evoluir, alguns apenas pensam como seria se tudo desse certo, já outros batalham para a conquista.
Fácil é apontar os erros e dizer que a culpa das suas falhas é de terceiro, mas seriam estas falhas tão importantes ao ponto de nos prejudicar para sempre?
Chegamos aos mesmos dizeres das festividade de final de ano, sempre buscando fazer as mesmas listas de metas e coisas que deixamos de cumprir… O fundamento para elaborar uma lista de metas estaria atrelado à vontade em viver e ao menos tentar buscar atender aos próprios anseios?
Para trabalhar com metas é necessária dedicação, e desta forma uma postura firme quanto aos parâmetros esperados, bem como aos resultados, sejam estes de forma parcial ou total.